quinta-feira, 28 de março de 2013

A Homossexualidade no Mundo Globalizado



No início da globalização ocorreu a “internacionalização” dos Direitos Humanos, constituídos pela Organização das Nações Unidas (ONU), que defende “o livre desenvolvimento da personalidade”, além de também garantir a todas as pessoas, todos os direitos, conforme a Constituição local “sem distinção alguma de raça, cor, sexo, idioma, religião, opção política ou de outra índole, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social” (artigos II e VII).

Devido a isso, hoje para grande parte da “sociedade globalizada”, a homossexualidade já não é mais encarada como uma doença mental, como consequência de sofrimentos da infância ou dramas familiares, como costumava ser no passado. Houve até mesmo uma época em que eram tratados como "o grande mal dos homens", eram vistos como pessoas de hábitos sujos e promíscuos que não tinham família e nem teriam como constituir uma.

Atualmente, com a globalização em alta podemos notar várias mudanças em diversas áreas de nossa sociedade. Essas mudanças atingem desde a economia de nosso país até mesmo a nossa cultura, hábitos e pensamentos. Com isso, as pessoas ficaram mais abertas para conhecer outras verdades e novas maneiras de se viver a vida, assim as diferenças começaram a ser mais divulgadas e respeitadas também, e com o passar dos anos, as pessoas se dispuseram a quebrar o preconceito, pois perceberam que a opção sexual não muda o caráter do individuo, e que isso não era motivo para medir a capacidade de cada um.

Hoje, esse grupo está a todo o momento tentando mostrar suas capacidades, sendo ótimos funcionários, chefes e empreendedores, hoje muitos deles donos de grandes negócios.

Embora o preconceito tenha diminuído, existem aproximadamente 75 países que ainda tratam a homossexualidade como crime, sendo que em alguns desses países a lei chega a prever pena de morte.

Na “sociedade globalizada”, homossexuais têm maior apoio, porém a homossexualidade ainda está longe de ser totalmente aceita, pois a escolha ainda fere a essência dos “bons costumes” e “moral” da sociedade. Podemos dizer que o preconceito é como uma “rotulação mundial”, que quer mostrar as pessoas o modo certo de ser ou agir, muitas vezes influenciadas pelos meios de comunicação que tentam a todo o momento determinar o que devemos comer, vestir, assistir, comprar, entre outras imposições, tentando padronizar a cultura existente no mundo.