sexta-feira, 5 de abril de 2013

Espaço Público - Definição,conceito e derivados



Em São Paulo espaço público por excelência além de cartão postal





Espaço público possui definição muito simples. Todo espaço em que o direito de ir e vir não seja restringido de qualquer forma e que não pertença a entidades privadas é espaço público, logo a rua é, por excelência, um deles, mas... há outras definições mais abrangentes.


 
Pode também ser considerado um espaço público local em que não seja necessária identificação e pessoas não precisem pagar para entrar e/ou circular. Neste caso, uma série de prédios como shoppings, teatros, hospitais, igrejas, alguns prédios públicos e – talvez forçando um pouco – lojas poderiam entrar na lista.


O ser humano é e sempre foi um ser social. O encontro em locais públicos como as antigas ágoras ou então as praças eram rituais, mas, com o mundo globalizado de atualmente, é comum ver a diminuição do número de pessoas nestes locais. Muito agora ocorre na esfera das telecomunicações e da Internet, onde todos estão conectados e, teoricamente, podem ir e vir a qualquer hora.


Porém, não são todos que possuem acesso a ela. Apesar de desejo e um dos objetivos mundiais – afinal foi adicionado à carta de direitos humanos que a Internet é um direito básico – que sejam inclusas todas as pessoas, isto torna a Internet ainda um espaço privado.


Espaço privado que tem já tem grande proporção e voz, mas sofre com certos impedimentos. O que se faz na Internet tem efeito sobre o mundo não virtual, mas de maneira reduzida. Um exemplo simples seria o caso de abaixos-assinados que normalmente circulam pelos meios eletrônicos. 
É muito fácil conseguir um milhão de assinaturas ou qualquer número expressivo de votos para alcançar dado objetivo, porém, para um protesto ou manifestação pública o número não costuma passar da casa das centenas.


Hoje temos uma situação de grande movimento, mas pouco resultado em se tratando da Internet. É como se a quantidade de pessoas neste espaço não contasse ou contasse muito pouco; como se a insatisfação ocorrida nesta nova rua – que na verdade não é rua, mas almeja ser – fosse café com leite. Já eventos como o Carnaval ou mesmo a Parada Gay, que reúnem milhões, continuam tendo seu destaque nas diversas mídias. O número de pessoas é sempre contado. Imagens sempre feitas. Sempre textos escritos a respeito e sempre em pauta nos dias que seguem.


Claro, cabe perguntar se estes eventos, ou qualquer manifestação que atinja tamanho público, continuam a ganhar destaque porque o número de satisfeitos e/ou insatisfeitos torna-se mais tangível ou mesmo se as reclamações da Internet não são dignas de nota.


Mas uma coisa podemos afirmar. Apesar de novas ruas surgirem e as pessoas estarem mais conectadas e globalizadas, a rua continua a mesma.

Moises Athayde, Marcelo Rocha, Emilío Portugal, Daniel Resendes e Danilo Pedrini

Globalização no Cinema – A Rede Social


Houve um tempo em que o Cinema servia apenas como entretenimento e mais nada além disso. Quando George Meliès mostrou que a máquina criada pelos irmãos Lumiere podia ser algo além de um mero experimento científico, começou a dar a essa ideia de imagens em movimento um sentido que mudou o mundo. Mas o Cinema continuou em constante mutação com o passar dos anos. Surgiram os filmes com uma estrutura narrativa, gêneros e estrelas. Mesmo quando ele passou a ser considerada a Sétima Arte, o estigma de ser “apenas entretenimento” continuou.
No entanto, não demorou muito para diretores e roteiristas perceberem o potencial do Cinema como uma forma de comunicação com o público. Mostrando diferentes histórias, trazendo pontos de vista diversificados, tratando de assuntos recentes, apresentando  personagens memoráveis e fazendo tudo isso não somente como uma forma de entretenimento, mas também – e por que não? - como uma fonte importantissíma para os mais variados assuntos.
 O mundo globalizado de hoje, entretanto, é o que mais impactou no Cinema em toda a sua história. Na vida real, temos um filme todo feito na Índia ganhando o Oscar de Melhor Filme (“Quem Quer Ser um Milionário?”), na ficção, temos os “Piratas do Vale do Silício” reconstruindo o mundo e, mais recentemente, um garoto transformando o modo de se relacionar no nosso mundo e criando um verdadeiro império com isso.

“A Rede Social”, de David Fincher, é de longe, o filme que mais acerta o alvo no trabalho de mostrar um reflexo da realidade atual. O longa apresenta a história da maior rede social dos dias de hoje, nascendo á partir de uma mera vingança de Mark Zuckerberg contra uma ex-namorada, crescendo com a acusação de ser uma ideia roubada, ganhando corpo e força com a adesão de centenas de estudantes norte-americanos e dando os primeiros passos dentro do mundo empresarial com as alianças feitas por Zuckerberg e chegando naquilo que é hoje: Uma febre mundial.
Essa febre colabora demais dentro do mundo globalizado que temos hoje em dia, afinal de contas, as redes sociais conseguiram aproximar pessoas de continentes diferentes, fazendo-as trocar histórias,  conhecer culturas diferentes e fazendo tudo isso, ela acaba se tornando um elo entre essas pessoas.
É importante lembrar também que mesmo com tantos pontos positivos, ainda existem pontos negativos em tanta ligação as redes sociais, onde a pessoa se esquece do “mundo real” e a cena final do longa parece resumir o modo de muitas pessoas pensarem hoje em dia: conectado ao Facebook, seu criador Mark acha o perfil da ex-namorada, a mulher que deu início a tudo aquilo. No “mundo real”, ele sabe que jamais falará com ela novamente. Mas nada o impede de adicioná-la como amiga no Facebook afinal, é uma amizade separada por um clique.


O Facebook ganhou  um grande destaque no mercado consumidor e midiático no mundo graças ao cinema, que soube trabalhar muito bem com o filme, explorando os pontos certos para cativar a curiosidade do público-geral em conhecer mais sobre a história da rede social e suas funcionalidades e atraindo também a mídia, que se interessou no produto que é o Facebook e no que mais ele poderia oferecer aos seus usuários.  
Um fato interessante que merece ser comentado é que depois do cinema alavancar o Facebook para o mundo todo, a rede social também se tornou um meio interessante para divulgação de novidades a respeito de novos filmes. Já que a rede acaba tendo uma proximidade maior com os fãs através de páginas que postam certos conteúdos exclusivos, como foi recentemente feito, por exemplo, com o longa "Homem de Ferro 3", onde o trailer saiu pelo próprio Facebook antes mesmo de ser divulgado pelo YouTube, canal onde essa divulgação normalmente acontece.
Esse trabalho todo que é feito pela indústria cinematográfica prende o interesse das pessoas, conseguindo chamar á atenção do público, intensificando debates, provocando discussões, ensinando, apresentando novos costumes, culturas, pensamentos e  principalmente, não deixando de lado a diversão e entretenimento daqueles que assistem á suas produções. Essa é a indústria cinematográfica, que faz filmes se tornarem um atrativo não só para o grande público, mas principalmente para a mídia, que consegue trabalhar com temas de diversos filmes em variadas áreas, alcançando ainda mais pessoas e ganhando proporções muito além da sala do cinema.


Bruno Ferreira, Guilherme Luís, Marcelo Silva, Nickolas Ranullo e Victor Meirelles


A crise de identidade européia: xenofobia como manifestação da extrema direita




Em toda Europa, o crescimento dos movimentos de extrema direita é preocupante; a crise de identidade, somada a intolerância, dá força a uma sociedade xenofóbica na maior recessão dos últimos 70 anos como uma explicação para os problemas enfrentados atualmente.

A migração (mudança de residência de um indivíduo ou grupo, seja para outra cidade, estado ou país) é combatida como uma justificativa para as taxas de desemprego e criminalidade, por exemplo. Suas causas podem ser variadas: busca por melhor qualidade de vida, desastres naturais, guerras, fome e perseguições no país de origem. O mundo globalizado facilitou estes deslocamentos a lugares longínquos, devido ao desenvolvimento dos transportes (agilidade no deslocamento) e comunicação (tecnologia a disposição da maioria).

Casos de repercussão internacional nos chegam a conhecimento e com assombro, se repetem dia a dia. Ainda que manifestações favoráveis ao “multiculturalismo” sejam constantes na mídia, não é o suficiente para conter a enxurrada extremista européia.

Na França, a Front National (FN), de Jean-Marie Le Pen já propôs a restauração da nação (etnicamente). Nicolas Sarkozy, em meados de agosto do ano passado, promoveu a expulsão de imigrantes ciganos, provenientes da Romênia, ao seu país. Em Portugal, o PNR (Partido Nacional Renovador) divulga como parte dos seus “valores e princípios” oficiais, a seguinte colocação: “(...) Situações lamentáveis derivadas da irresponsabilidade do governo que ‘oferece’ e ‘vende’ a nacionalidade por um qualquer ‘suor’, protege a criminalidade resultante de falta de valores e comodismos não se preocupando com a introdução de indivíduos estranhos que em nada respeitam Portugal ou a nossa cultura.” Bélgica, Holanda, Dinamarca e a cidade de Barcelona possuem algumas políticas que proíbem o uso do véu islã - o niqab - em espaços públicos.

 A noção de sociedade se dá pelo conhecimento do outro; diferenciamos nossa cultura quando conhecemos outras – próximas ou não. A crise de identidade vista hoje é resultado, também, da queda de poder, dos valores econômicos falidos que não sustentam a sociedade européia. Numa incoerência que beira a ironia, o aumento de imigrantes europeus dentro da própria Europa aumenta a cada dia; estes, também fugindo da crise e seus reflexos sociais.
Cabe a nós o questionamento: o xenófobo de hoje, pode ser o imigrante do amanhã?

  
Alex Ramalho, Erick Henrique, Jéssica Verissimo

quinta-feira, 4 de abril de 2013


A interpretação da Identidade cultural africana no ocidente
“O perigo de uma única história”.

Como o mundo vê :


Como os brasileiros veem:

Como realmente é:


     O senso comum sobre a África que aparece nos relatos de cientistas e exploradores europeus até o século XIX é o de uma região sem História, onde os seres humanos viviam como sempre tinham vivido na pré história, e esse conceito de – África foi sendo difundido para o mundo e pregado para os próprios africanos, o que tornou o passado africano invisível para ela(África). 

     O fenômeno da globalização contribuiu para romper fronteiras, integrando e conectando pessoas de todos os lugares do globo, transformando o mundo numa verdadeira aldeia global.

     Quando nos referimos à identidade cultural africana, referimo-nos ao sentimento de pertencimento a esta cultura, ou seja, culturas na quais, africanos nasceram e absorveram, ao longo de suas vidas. Ressaltamos aqui, que esta identidade não é uma identidade natural, geneticamente herdada, ela é construída como herança de um passado de exploração, abuso e violência - A imagem refletida para o mundo em relação a este continente, dono das maiores riquezas naturais do mundo, berço da humanidade, aonde veio ao mundo Cristo, são imagens distorcidas, que ao invés de mostrar sua verdadeira identidade reforça uma visão estereotipada errônea, para nossa sociedade que por não ter conhecimento absorve estas informações transmitidas como sendo verdade absoluta, sem parar para analisar e refletir no conteúdo que estão absorvendo e até mesmo disseminando.
“A medida em que as culturas nacionais tornam-se mais expostas a influências externas, é difícil conservar as identidades culturais intactas ou impedir que elas se tornem enfraquecidas através do bombardeamento e da infiltração cultural” (Hall, 1999: 74).

     Com os conceitos válidos hoje acerca de identidade cultural na modernidade, resultado, da globalização temos que nos colocar em um diálogo no qual imaginemos que podemos aprender com o outro, por meio do engajamento com outras culturas. Tratar com credibilidade outra cultura fortalece uma ideia de comunidade global na qual todos são importantes. Sabemos que para as massas em nosso país aceitar e respeitar a cultura da Europa é socialmente aceitável mais queremos despertar um senso crítico capaz de ir além de questões midiáticas trazendo maturidade  para mostrar a importância de levar a sério a cultura africana e submetê-la ao mesmo padrão crítico que se usa para a sua.



      Não queremos dizer que nada disso aconteceu, criar um filme Hollywoodiano apenas com as riquezas e o que existe de melhor em cada um dos países. Claro, África é um continente repleto de catástrofes, há as enormes, como as terríveis violações no Congo, e há as depressivas, como o fato de 5.000 pessoas candidatarem-se a uma vaga de emprego na Nigéria. Mas há outras histórias que não são sobre catástrofes. E é muito importante, é igualmente importante, falar sobre elas. Mas insistir somente nessas histórias negativas é superficializar e negligenciar as muitas outras histórias que formão está nação. A “única história cria estereótipos”. E o problema com estereótipos não é que eles sejam mentira, mas que eles sejam incompletos. Eles fazem um história tornar-se a única história.



     Vale a pena conferir o vídeo Chimamanda Adichie: “O perigo de uma única história”  Onde uma contadora de histórias, negra, nigeriana, conta algumas situações que vivenciou na qual, pessoas a enxergavam com pena apenas por ser da áfrica e espantados por ela falar inglês e não ter uma música tribal medonha como hino de sua pátria. ( http://www.youtube.com/watch?v=ZUtLR1ZWtEY )


Nomes: Gabriela Vallim, Lethicia Lopes, Letícia Evellyn, Paloma Crisostomo.

GEOPOLITICA E GLOBALIZAÇÃO


          O negro lutando por sua identidade cultural

       Desde a criação do mundo a identidade é a base de tudo.
Identidade, o que é identidade ?
     São raízes educacionais, culturais, sociais e ideológicas; que dizem exatamente como cada individuo é ou age.
A identidade que mais tem se destacado nos dias de hoje é a evolução dos negros.
      Indo a fundo na historia do Brasil, os negros além de serem explorados, humilhados, excluídos pela sociedade, deixados sem pátria e sem honra, eles tiveram muita força, garra e dedicação e conseguiram fazer um marco muito importante na historia do mundo.
      Grandes nomes que conhecemos e desconhecemos como:

     ZUMBI

     Foi o ultimo líder do quilombo dos palmares
Nasceu em palmeiras, era neto da princesa
Aqualtune  filha do rei Congo.

ANDRE REBOUÇAS

     Foi uma das maiores autoridades brasileiras em engenharia e hidráulica.
Escreveu inúmeros artigos no jornal Gazeta da tarde.

ANTONIETA DE BARROS

     Mesmo sendo negra e mulher conseguiu ser professora de português e literatura,
Primeira deputada do estado de Santa Catarina.


 CAROLINA MARIA DE JESUS

      Teve todas as suas anotações publicadas em 1960; no livro Quarto de despejo, que vendeu mais de cem mil exemplares.
E umas das únicas a ser incluída na Antologia de escritoras negras publicada em 1980, pela Randon House em Nova York.
E esta no dicionário mundial de mulheres notáveis.

ADHEMAR FERREIRA DA SILVA

    Ao saltar 15m, se classificou para as olimpíadas de Londres em 1948.
   Ator da peça Orfeu da conceição de Vinicius de Moraes e trabalhou no estado de São Paulo no setor de esportes.
CASTRO ALVES
Um grande poeta romântico.

ALEIJADINHO

     Um dos maiores expoentes do barro mineiro, artista brasileiro, escultor, arquiteto e entalhador.

LUIZ GAMA

     Inaugurou a imprensa humorística paulistana tornou-se advogado e lutava contra a escravidão.


HERMENEGILDO RODRIGUES DE BARROS

     Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil.

                                                           
PEDRO LESSA

     Jurista, Magistrado, Político e Professor.


 LUISLINDA

       A primeira juíza negra do país no século xxl.


MARTIN LUTHER KING

           Pastor, Protestante, ativista e politico, norte- americano e lutou muito contra a opressão racial e o tratamento igualitário.

NELSON MANDELA

Ex-presidente sul-africano.

OPRAH

A mulher negra mais rica do mundo.
Apresentadora e dedica parte do seu tempo para as crianças da África.

KOFI ANNAM

O sétimo secretário geral das ONU.

BARACK OBAMA

Presidente dos EUA e reeleito pela segunda vez

















       Com muita luta, suor e preservando suas identidades eles conseguindo alcançar o lugar tão almejado no mundo a igualdade social.





A Influência Musical no Mundo Globalizado


A música utiliza a globalização como ferramenta para se expandir mundialmente, podemos afirmar que a mistura de melodias entre continentes, desperta o interesse em conhecermos um pouco mais sobre as línguas e culturas de outros países.

É usada como “ponte” entre diversa culturas e cada uma tem um estilo característico, o que enriquece a própria sociedade em que está inserida.Em alguns momentos nos perguntamos por qual  motivo as músicas internacionais possuem um maior número de admiradores,do que as músicas produzidas por artistas nacionais  Talvez a resposta para tal questionamento,seja o fato dos veículos de comunicação preencherem suas programações com gêneros musicais vindos do exterior.Exemplo disso são alguns festivais que focam em artistas internacionais como por exemplo Rock in Rio,Mix Festival, Anime Friends,Lollapalooza, SWU, entre outros.
Já o Brasil pouco exporta sua música, embora, recentemente o hit “Ai se eu te pego”, cantado por Michel Teló, estourou nas rádios do Brasil e, em pouco tempo, espalhou se pelo mundo. A coreografia da música foi realizada por diversas atletas em partidas internacionais, durante a comemoração dos gols. Durante uma apresentação no Brasil, o regente Andre Rieu, engrandeceu o hit e comandou sua orquestra mesclando música clássica, com sertanejo universitário.

Os meios de comunicação atuais são grandes assistentes quando se trata do acesso a novas informações musicais, existem programas específicos sobre música de países diversos, além, é claro, da internet que pode ser considerada a maior responsável pelo destaque de alguns artistas, dando o espaço necessário para que eles, literalmente, dominem o mundo.

Bruna Albuquerque, Carlos Rafael Magdaleno, Danilo Moratta, Mariana Prates

E-commerce - A Globalização do comércio

No século XXI a globalização vem tomando espaço em diferentes segmentos, no comércio não seria diferente.
Com o auxílio da internet atravessamos fronteiras sem sair do lugar e o que antes levava dias de viagem, agora se resolve com alguns cliques.
Os sites de e-commerce proporcionam vantagens antigamente inimagináveis, produtos importados direto do seu país de origem chegam em poucos dias e com impostos menores e fretes muito mais razoáveis do que qualquer passagem de avião necessária para realizar a compra em loja física.
A diversidade de produtos é imensa, assim como a quantidade de lojas online, o que possibilita a comparação de preço entre concorrentes.
O mercado e-commerce é tão grande e diferenciado que algumas empresas nem ao menos têm loja física, focam apenas no público virtual. Público esse que pode tomar, também, a vez de vendedor, pois alguns sites permitem que os usuários ofertem seus produtos ou "desapegos", o que já não tem mais utilidade para uma pessoa pode gerar lucro.






E-COMMERCE MAIS VISITADOS ENTRE 2011/2012







PRODUTOS DE MAIS PROCURADOS ENTRE 2011/2012


O mundo se atualiza através da globalização e da interação que a mesma proporciona entre povos e culturas, por que não lucrar com isso?

quinta-feira, 28 de março de 2013

A Homossexualidade no Mundo Globalizado



No início da globalização ocorreu a “internacionalização” dos Direitos Humanos, constituídos pela Organização das Nações Unidas (ONU), que defende “o livre desenvolvimento da personalidade”, além de também garantir a todas as pessoas, todos os direitos, conforme a Constituição local “sem distinção alguma de raça, cor, sexo, idioma, religião, opção política ou de outra índole, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social” (artigos II e VII).

Devido a isso, hoje para grande parte da “sociedade globalizada”, a homossexualidade já não é mais encarada como uma doença mental, como consequência de sofrimentos da infância ou dramas familiares, como costumava ser no passado. Houve até mesmo uma época em que eram tratados como "o grande mal dos homens", eram vistos como pessoas de hábitos sujos e promíscuos que não tinham família e nem teriam como constituir uma.

Atualmente, com a globalização em alta podemos notar várias mudanças em diversas áreas de nossa sociedade. Essas mudanças atingem desde a economia de nosso país até mesmo a nossa cultura, hábitos e pensamentos. Com isso, as pessoas ficaram mais abertas para conhecer outras verdades e novas maneiras de se viver a vida, assim as diferenças começaram a ser mais divulgadas e respeitadas também, e com o passar dos anos, as pessoas se dispuseram a quebrar o preconceito, pois perceberam que a opção sexual não muda o caráter do individuo, e que isso não era motivo para medir a capacidade de cada um.

Hoje, esse grupo está a todo o momento tentando mostrar suas capacidades, sendo ótimos funcionários, chefes e empreendedores, hoje muitos deles donos de grandes negócios.

Embora o preconceito tenha diminuído, existem aproximadamente 75 países que ainda tratam a homossexualidade como crime, sendo que em alguns desses países a lei chega a prever pena de morte.

Na “sociedade globalizada”, homossexuais têm maior apoio, porém a homossexualidade ainda está longe de ser totalmente aceita, pois a escolha ainda fere a essência dos “bons costumes” e “moral” da sociedade. Podemos dizer que o preconceito é como uma “rotulação mundial”, que quer mostrar as pessoas o modo certo de ser ou agir, muitas vezes influenciadas pelos meios de comunicação que tentam a todo o momento determinar o que devemos comer, vestir, assistir, comprar, entre outras imposições, tentando padronizar a cultura existente no mundo.